domingo, 9 de maio de 2010

O amor é sonho(desumano).

É tão cintilante, a incapacidade que tenho, de não perceber
que o que me ronda está longínquo, e ao mesmo tempo perto.
Não pego, sinto. Invisível, que posso ter
na distancia de uma loucura plácida, o futuro é sempre incerto.

A incerteza, confusa, torna-se gratificante,
sem que amigos percebam, vou a outra dimensão.
A musica toca, bailarinos enbriagados, cantam alegremente
a demasia é chata e vulgar, as vezes, quando se trata de paixão.

Mãos femininas, unhas ferinas, afagam minhas costas sonhando,
abraço aquela sensação de ser amado, sou errante!
Vago naquele beijo tão sonhado, e desumano.

Acordo, a distancia me atinge como um raio rasgando,
todo e qualquer amargor, que vem das entranhas do amor,
Sonho, sou errante. Desumano, apaixonado.

Felipe Sousa Cerqueira.

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