Por que ser assim, fria e indiferente?
Esquecendo a história de grandes amigos.
Como irmãos amando as brigas que unem.
Apaixonados! Sorrindo com olhos ingênuos.
Sem a sua elegancia encantadora,
você acaba com meu dia amiga.
Quando não me fala, não me liga,
esquecendo da história de grandes amigos.
De onde vem esse orgulho?
Das mentiras que te contam?
Das verdade trituradas em amores?
Ou das intrigas de grandes amigos?
E quando surge esse soriso que alegra o meu dia,
te digo coisas repetidas, besteiras, alegrias.
Só para preservar esse brilho que sai de você,
E para te provar que somos grandes amigos.
Com versos chulos, volto a sentir saudades,
de quando você me abraçava dizendo bom dia.
Das manhãs ao seu lado, falando coisas banais,
das tardes contando casos sem sentido...
Com saudades suas, te fiz essa canção,
tentando te fazer voltar e mudar.
Para ser feliz novamente.
E te lembrar a história de grandes amigos.
Felipe Sousa Cerqueira.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Súplica de rebelde apaixonado.
Quero a solução do meu problema,
seja ele o que você diz, ou não.
Que se faça a justiça ao meu dilema,
sem limpar teu nome do meu coração.
Querer, é sim, o meu poder,
que tenho amor já sei.
O teu amor saberei ser,
diferentes dos outros banais que amei.
Quero agora e quero já,
a cura para essa doença.
Que bate na minha porta devagar,
toda vez que sinto a falta da presença.
Eu bato o pé feito criança,
chorando pelo doce na vitrine.
Sou rebelde apixonado que dança,
ao som de qualquer Jimmy.
E criança ainda serei se me regeitar,
pela jura que fiz de não beijar outra boca.
Em sonho nunca pensei em te amar,
mas acordado sinto essa vontade louca.
No meu pensamento só há você,
aqui, ali, acolá.
Eu quero você, agora, para me dizer,
que tudo que quer é me amar.
Felipe Sousa Cerqueira.
seja ele o que você diz, ou não.
Que se faça a justiça ao meu dilema,
sem limpar teu nome do meu coração.
Querer, é sim, o meu poder,
que tenho amor já sei.
O teu amor saberei ser,
diferentes dos outros banais que amei.
Quero agora e quero já,
a cura para essa doença.
Que bate na minha porta devagar,
toda vez que sinto a falta da presença.
Eu bato o pé feito criança,
chorando pelo doce na vitrine.
Sou rebelde apixonado que dança,
ao som de qualquer Jimmy.
E criança ainda serei se me regeitar,
pela jura que fiz de não beijar outra boca.
Em sonho nunca pensei em te amar,
mas acordado sinto essa vontade louca.
No meu pensamento só há você,
aqui, ali, acolá.
Eu quero você, agora, para me dizer,
que tudo que quer é me amar.
Felipe Sousa Cerqueira.
Egoísmo amante
O ingrato e mal agradecido estão lado a lado. A ingratidão vem da força de regeitar o que lhe cai bem, que vem a contradizer a opinião própria. O mal agradecimento, ou o descontentamento por algo com boas intenções, segue outro rumo, o do egoísmo pessoal. Por que o conselho bem dado nunca é seguido? Por que quando se há dúvida sobre o que vai acontecer, depois de determinado ato, o egoísmo é a força que move o mal agradecido a outro caminho. Nem sempre é o do erro. O egoísmo as vezes é necessário, em prol da felicidade propria, sem machucar as opiniões alheias. Ele nem sempre vem do mal. As vezes, quando guardamos algo para alguém, esse algo é tão bonito que queremos a reciprocidade bem mais enfeitada, daí vem o egoísmo sutil, o ingênuo. O amante.
Felipe Sousa Cerqueira.
domingo, 19 de setembro de 2010
O preguissoso.
Gustavinho, homem bem vestido, alto, gordo e vermelho, daqueles que usam suspensório, com cara de deputado, entra na delegacia mais vermelho que de costume, é reconhecido por uma senhora a quem havia feito um agrado tempos atras:
- Senhor Gustavo, como vai o senhor? Perguntou com um sorriso sincero como de uma criança. Gustavinho respondeu sem levantar os olhos:
- Vou bem, na medida do possível! A frieza foi tamanha que a senhora não contou conversa alguma. Saiu sem êxito no diálogo.
Gustavinho sentou-se:
-É aqui que se registram as queixas?
-Aqui mesmo- era um homem magro, pardo e usava oclinhos já acabados, enterrados nas rugas que aparentavam mais estresse que idade- que o senhor deseja? Algum problema?
-Quero registrar uma queixa! Era evidente o espanto no semblante de Gustavinho.
-Pois bem, estou ouvindo...
E Gustavinho pôs-se a falar:
-Tenho quarenta e cinto anos, não posso passar por sustos muito grandes. Mas hoje como aparento, estou muito assustado, eu matei um sujeito...
-Legítima defesa?- o homem da lei levantou bruscamente os olhos para Gustavinho enquanto tomava nota...
-O caso foi o seguinte, chego em casa, como de costume comprimento D. Shirlei, a minha empregada de anos, subo e vou ao quarto, ligo a TV e deito-me na cama, o dia de trabalho foi frenético, quando me pus a cochilar, ouvi um estalo nos canos elétricos da casa, e tudo se apagou, o quarto foi iluminado pela chama que a TV soltara quando queimava, pensei comigo, "não mereço isso". Desci, peguei o carro, andei um ou dois quarteirões, indo ao boliche, o segundo sinal, o pneu do carro estoura, sem paciencia e dom para trocá-lo, saio a pé, com a carteira e as chaves. Andei uns quinhentos metros, que para mim é muito, sou gordo e fora de forma, cheguei finalmente ao boliche, aluguei os sapatos, e ali joguei por duas horas, no fim, na hora de pagar, o sitema responsável por ler o meu cartão pifa!- parou de falar por alguns minutos para enchugar o rosto, que estava cada vez mais vermelho e cada vez mais molhado- mandei chamar o gerente que era meu amigo, e disse que ia tirar dinheiro no caixa eletrônico mais proximo, a minha sorte foi que esse caixa era realmente proximo. Tirei o dinheiro e antes que eu pudesse sair do caixa um homem me empurrou para dentro da cabine e me fez limpar a conta com um revolver na nuca...
- E aí como você o matou?!
- Não foi o infeliz que eu matei, me deixe continuar.
- Certamente!
- Eu tentei conversar para falar da conta que tinha de pagar, mas não deu outra o sujeito ainda me deu uma risadinha cínica e deu um tapinha nas minhas costas saindo da cabine e ameaçando se eu viesse a gritar ele colocaria meus miolos dentro do caixa eletrônico, então fiquei olhando o sujeito se afastar com todo o meu dinheiro em mãos, o dinheiro da conta aliás, lembrei que tinha dinheiro em casa, fui no carro, peguei as chaves e caminhei as duas quadras e quinhentos metros de volta. Cheguei em casa exausto e vi que a luz tinha voltado, o quarto cheirava a plástico queimado, por causa da TV, peguei o dinheiro, liguei pro guincho, e pedi que levassem o meu carro a uma oficina, eles o fizeram, o dinheiro dava para mais alguma coisa alem da conta, tomei um táxi e fui ao boliche paguei e entrei no táxi a fim de voltar para casa para dormir.
Nesse momento o policial para de tomar nota e coloca café na xícara ao seu lado, e bebe, percebe o táxi ao lado de fora da delegacia, vazio, olha serenamente para Gustavo, tenso de um dia cheio, e estressante, que ainda falava, mas sem receber muita atençao. Volta a prestar atenção e escrever:
- O motorista falava pelos cotovelos, e eu só pensava em dormir, cochilei no táxi, e quando chegamos em casa o cara me acordou bruscamente, o que me deixou bastante assustado, exigiu uma quantia que juguei absurda, porém havia um único problema, o dinheiro que julgava ser justo pela corrida o panaca não quis aceitar, então pedi que esperasse no carro, entrei aflito em casa, o cansaço ja tomava até a alma, abri o cofre, nada alem de ações e um revólver herdado do meu pai, não pensei duas vezes, entrei com uma única bala no tambor, desci, rindo o descarado me esperava, cantarolava uma canção do rádio, parecia estar pensando, que gordo idiota, cheguei bem perto, pois errar não era a minha finalidade, atirei! O tal morreu me olhando, rindo ainda, peguei o corpo, ele tá aí, na mala do próprio carro, esperando eu dar o preço da sua corrida à morte!
- O senhor quer registrar queixa de quem?!- Perguntou o homem da lei.
- Contra mim mesmo!- Disse Gustavinho com os olhos marejados- Tudo que eu quero é dormir ao som da TV.
Felipe Sousa Cerqueira.
- Senhor Gustavo, como vai o senhor? Perguntou com um sorriso sincero como de uma criança. Gustavinho respondeu sem levantar os olhos:
- Vou bem, na medida do possível! A frieza foi tamanha que a senhora não contou conversa alguma. Saiu sem êxito no diálogo.
Gustavinho sentou-se:
-É aqui que se registram as queixas?
-Aqui mesmo- era um homem magro, pardo e usava oclinhos já acabados, enterrados nas rugas que aparentavam mais estresse que idade- que o senhor deseja? Algum problema?
-Quero registrar uma queixa! Era evidente o espanto no semblante de Gustavinho.
-Pois bem, estou ouvindo...
E Gustavinho pôs-se a falar:
-Tenho quarenta e cinto anos, não posso passar por sustos muito grandes. Mas hoje como aparento, estou muito assustado, eu matei um sujeito...
-Legítima defesa?- o homem da lei levantou bruscamente os olhos para Gustavinho enquanto tomava nota...
-O caso foi o seguinte, chego em casa, como de costume comprimento D. Shirlei, a minha empregada de anos, subo e vou ao quarto, ligo a TV e deito-me na cama, o dia de trabalho foi frenético, quando me pus a cochilar, ouvi um estalo nos canos elétricos da casa, e tudo se apagou, o quarto foi iluminado pela chama que a TV soltara quando queimava, pensei comigo, "não mereço isso". Desci, peguei o carro, andei um ou dois quarteirões, indo ao boliche, o segundo sinal, o pneu do carro estoura, sem paciencia e dom para trocá-lo, saio a pé, com a carteira e as chaves. Andei uns quinhentos metros, que para mim é muito, sou gordo e fora de forma, cheguei finalmente ao boliche, aluguei os sapatos, e ali joguei por duas horas, no fim, na hora de pagar, o sitema responsável por ler o meu cartão pifa!- parou de falar por alguns minutos para enchugar o rosto, que estava cada vez mais vermelho e cada vez mais molhado- mandei chamar o gerente que era meu amigo, e disse que ia tirar dinheiro no caixa eletrônico mais proximo, a minha sorte foi que esse caixa era realmente proximo. Tirei o dinheiro e antes que eu pudesse sair do caixa um homem me empurrou para dentro da cabine e me fez limpar a conta com um revolver na nuca...
- E aí como você o matou?!
- Não foi o infeliz que eu matei, me deixe continuar.
- Certamente!
- Eu tentei conversar para falar da conta que tinha de pagar, mas não deu outra o sujeito ainda me deu uma risadinha cínica e deu um tapinha nas minhas costas saindo da cabine e ameaçando se eu viesse a gritar ele colocaria meus miolos dentro do caixa eletrônico, então fiquei olhando o sujeito se afastar com todo o meu dinheiro em mãos, o dinheiro da conta aliás, lembrei que tinha dinheiro em casa, fui no carro, peguei as chaves e caminhei as duas quadras e quinhentos metros de volta. Cheguei em casa exausto e vi que a luz tinha voltado, o quarto cheirava a plástico queimado, por causa da TV, peguei o dinheiro, liguei pro guincho, e pedi que levassem o meu carro a uma oficina, eles o fizeram, o dinheiro dava para mais alguma coisa alem da conta, tomei um táxi e fui ao boliche paguei e entrei no táxi a fim de voltar para casa para dormir.
Nesse momento o policial para de tomar nota e coloca café na xícara ao seu lado, e bebe, percebe o táxi ao lado de fora da delegacia, vazio, olha serenamente para Gustavo, tenso de um dia cheio, e estressante, que ainda falava, mas sem receber muita atençao. Volta a prestar atenção e escrever:
- O motorista falava pelos cotovelos, e eu só pensava em dormir, cochilei no táxi, e quando chegamos em casa o cara me acordou bruscamente, o que me deixou bastante assustado, exigiu uma quantia que juguei absurda, porém havia um único problema, o dinheiro que julgava ser justo pela corrida o panaca não quis aceitar, então pedi que esperasse no carro, entrei aflito em casa, o cansaço ja tomava até a alma, abri o cofre, nada alem de ações e um revólver herdado do meu pai, não pensei duas vezes, entrei com uma única bala no tambor, desci, rindo o descarado me esperava, cantarolava uma canção do rádio, parecia estar pensando, que gordo idiota, cheguei bem perto, pois errar não era a minha finalidade, atirei! O tal morreu me olhando, rindo ainda, peguei o corpo, ele tá aí, na mala do próprio carro, esperando eu dar o preço da sua corrida à morte!
- O senhor quer registrar queixa de quem?!- Perguntou o homem da lei.
- Contra mim mesmo!- Disse Gustavinho com os olhos marejados- Tudo que eu quero é dormir ao som da TV.
Felipe Sousa Cerqueira.
O amor: novo e velho
O velho amor, de tão velho caducou, e morreu alucinado, com coisas surreais. Cor de rosa, vestido vermelho, preto, caqui, porta retrato, e um cartão de Natal prateado. Vá em paz, amor querido que encheu olhos de alegrias e esquecimentos.
O novo amor vem de supetão, veio vestido de amizade, traje de carnaval, de bolinha, decote redondo, olhos grandes, observadores que não esquecem de nada. O novo amor veio com minúcia, devagarzinho, e torto. Chegou a falar de sombras, tentar ajudar o velho, mas este, cabeça dura, morreu dizendo "eu não preciso...", morreu velho amor! O novo amor também é sereno, é triste como todo amor de inicio, novo! É assim de natureza, precioso, amigo, eterno. Esse novo amor vai durar toda a eternidade, até onde a memória lembrar. O novo ficará velho, mas dirá a si mesmo "eu te amo".
Felipe Sousa Cerqueira.
domingo, 12 de setembro de 2010
"C"
Consequente, consegui corar.
Cedendo, consigo "C".
Comigo converso.
Caustico coração.
Coisa caquética:
-Conseguir correr com coração cortado.
Corro com cara cauta.
Cavo caverna, coração cavado.
Como cachoeira celsa.
Converso com celeuma.
Celeste como "C".
Corro. Cato caco cardíaco.
Como com "C"
Completa comigo coração?!
Felipe Sousa Cerqueira.
Cedendo, consigo "C".
Comigo converso.
Caustico coração.
Coisa caquética:
-Conseguir correr com coração cortado.
Corro com cara cauta.
Cavo caverna, coração cavado.
Como cachoeira celsa.
Converso com celeuma.
Celeste como "C".
Corro. Cato caco cardíaco.
Como com "C"
Completa comigo coração?!
Felipe Sousa Cerqueira.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O que será?
Se o teu olhar, com o meu se encontrar,
faça de conta que não percebe minhas intenções.
Se perceber, faça de conta que são suas as minhas ações,
por que sempre vou estar, contigo em qualquer lugar.
Se o seu abraço me muda um dia, e o seu cheiro me alimenta,
imagine meus lábios tocando os seus.
Quando saciarem minha sede, se tornarão vicios meus,
será isso que a minha vontade de ti engendra?
Felipe Sousa Cerqueira.
faça de conta que não percebe minhas intenções.
Se perceber, faça de conta que são suas as minhas ações,
por que sempre vou estar, contigo em qualquer lugar.
Se o seu abraço me muda um dia, e o seu cheiro me alimenta,
imagine meus lábios tocando os seus.
Quando saciarem minha sede, se tornarão vicios meus,
será isso que a minha vontade de ti engendra?
Felipe Sousa Cerqueira.
Tentativas...
Tentar! A primeira vista parece loucura, quando algo que começou como uma amizade se lapidando, assim surge: o apreço profundo, o gostar e o pensar insuportaveis.
A desistencia vem quando abre o caderno e tenta escrever. Não lhe saem da cabeça mais que aquelas tres palavrinhas clichês!(não preciso cita-las).
Até então a negaça dela só é insuportável quando pensa na sua ausência. Aquela mulher o seduz com o ato afetuoso do abraço. Só! E o brilho do seu olhar te corta a alma e deposita na ferida um drink empolgante.
Então aproveita a empolgação coitado(isso que é você, apaixonado!) e tente!
Felipe Sousa Cerqueira.
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