traz a ironia e leva do meu sonho o amor.
Tudo critico, nada vejo, tudo toco o que se move do meu lado,
nada para. Tenho ânsia de felicidade, sorte e pudor.
E quando apareceste, do meu passado, do meu sonho,
trouxe de volta a minha alegria, fome e sono.
Essa índia me disse da beneficência da minha literatura,
talvez não seja eu um merecedor desse perdão a altura.
Receio, talvez, que sinta por você aquele devaneio do inicio,
de estar, de sentir, de sonhar, ansiar, arrepender,
por tudo que fiz pra trazer até aqui você,
e esperar de volta toda aquela saudade, a qual não tenho vicio.
Felipe Sousa Cerqueira