quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Histórias de Palavrão

A primeira:
Na escola, a professora chama a atenção do aluno levado. E ele:
-Vá se foder!
Imediatamente, a professora encaminha o aluno, que passou de levado à "osado", à direção da escola.
Depois de muita balela e blá blá blá, vinda da boca da diretora do instituto de ensino. O garoto, ainda "osado" balbucia:
- Isso tudo é LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
Aquilo foi um choque para a senhora diretora, que tinha até lutado na ditadura por isso, e agora se via tirana dentro de uma instituição claramente menor, e com menos importância - achou ela - que o Brasil.
Chamou os pais do menino, e deu-lhe três dias de suspensão. E o tal, levado, "osado'', evoluiu mais umas vez a categoria, passou a ser um anjo, depois que o papai conversou com ele, a sós. Depois da pena, da diretora e do pai, o garoto entrava na sala atrasado, quando isso acontecia, dizendo:
- Bom dia professora, posso entrar?
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Tá bom, de onde veio a "porra"?
"Porra" surgiu da precocidade sexual.

Nos primórdios da baixaria em série, quando inventou-se o palavrão, não no tempo da vovó, palavrão naquela época era "comunista", "civil" essas coisas, estou falando de depois da woodstock, por que nesse tempo não havia nada precoce, o povo tinha medo até de neném usar chupeta. Enfim, depois do primeiro microchip(o culpado), os jovens passaram a gostar mais de ficar em casa, na frente de máquinas onde dava para interagir com tudo, desde realidades paralelas até a mamãe vir e confiscar aquilo tudo, isso foi um choque para o mercado de bonecas infláveis, cerveja, e outras coisas de homem. Certo dia um pai entra em casa revoltado:

- Arrume uma mulher! Levanta da frente desse video-game e vá atrás de uma fêmea! E só volte aqui depois que saber o que é uma genitália feminina(era o medo de dizer vagina, ou boceta, ou xoxóta- o meu preferido).

Pegou o garoto pela orelha e o colocou pra fora de casa. O rapaz, sem entender direito tudo aquilo, que só havia visto na aula de anatomia, precisava dar um geito na situação por que precisava voltar à realidade virtual. Recorreu a um amigo não menos ''inteligente'' que ele:

-Ouvi meu pai dizer certa vez sobre uma casa onde paga-se por mulheres, é tudo bem limpinho segundo ele, e livre de doenças.

-Leve-me até lá, preciso acabar com o "chefão" do Legend of Zelda, tô no ultimo.

O amigo fez o seu papel, perguntou ao irmão mais velho sobre o assunto e descobriu fácil o endereço da tal residência, foram a pé, com algumas economias, afim da missão de conhecer uma mulher.

Foram bem tratados quando se soube da "primeira vez" do garoto, as meninas(esse nome é por educação) ficaram eufóricas. A dona do bordel chamou uma de suas garotas, a com o rosto mais angelical e dotada do corpo mais formoso, fez uma promoção ao garoto, o amigo não estava interessado porque tinha levado o seu game-boy e estava intertido.

No quarto, o garoto só queria ir embora, nervoso, suava frio, e tremia, a menina fazia de tudo para animá-lo, e ao seu companheiro de virilidade, e quando o milagre da ereção aconteceu, foi seguido por outro milagre, o da ejaculação, e o garoto, como por um toque da sua mente fértil soltou uma palavra que nunca tinha escultado antes:

-Porra!

E as mulheres passaram a usar esse vocábulo no bordel. Agradeça a tecnologia por esse palavrão. "Porra" o esperma que ficou famoso.

P.S: Atenção, essas histórias não são de caráter verídico, qualquer semelhança com livros de história ou resenhas de amigos, é mera conhecidência.

Felipe Sousa Cerqueira.

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