terça-feira, 22 de março de 2011

Meu bem

O vento subiu a serra e ao descer trouxe você aos meus braços. Uma história antiga e a muito guardada. Por você, talvez, esquecida. O tanto que espero que esse mesmo vento traga, no tom da tua voz, doce, me chamando de meu bem, sei lá, vindo algo sutil, sempre será sutil.
Ah! O bem que me faz, se quiser fazer como quis chamar, seja um bem eterno para que nunca me esqueça, e nunca deixe ninguém, além de você, me chamar de meu bem. Meu bem!

Felipe Sousa Cerqueira

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