em sete minutos, sem demora.
Escrever-te a nossa história, de cinema,
coisa pouca de muita memória.
De eterno amor à vaguidão sem fim,
devo escrever com pressa, sem me importar.
Que é a vida sem que te veja em olhar pra mim,
não me importo mais com métrica, que é de olhar?!
Em tempo e tempo, não há mais tempo,
de escrever-te cartas e poemas.
Mas há ainda aquele tempo de passatempo,
a achar-se rimas de Moemas.
Só restam os minutos frenéticos da noite,
esta que será em breve ontem.
Agora pouco haveria de termina-la com açoite,
para que vire logo logo fonte.
Felipe Sousa Cerqueira.
Nenhum comentário:
Postar um comentário