Pela primeira vez eu entro aqui sem saber o que vou realmente escrever, não sei se a partir daqui crio um personagem, para se tornar melhor o entendimento, ou se sou direto.
O personagem da vez é o mais presente em nossas vidas, que a gente sabe de cor, que o destino prega, pobre a gente! AMOR!
O grande personagem que inspirou os mais diversos autores e, até eu que sou uma pessoa(não sei se podemos chamar de autor) "clara" digamos assim.
A personificação desse sentimento eu não sei como farei(não uso rascunho pela primeira vez ao escrever um texto aqui).
A vida começa a partir do primeiro palpitar do coração, agora, pergunto a vocês leitores:
Quantas vezes isso vai acontecer na sua vida?
Em outros momentos a gente passa a brincar com os nossos brinquedos, depois passa a conhecer os colegas da escola(ainda com os brinquedos), até um momento em que o nosso unico brinquedo é a nossa propria vida, que a gente usa como um jogo de tabuleiro, jogando o dado para ver no que vai dar. Talvez esteja errado, mas quantos de nós não nos usamos nas mais diversas situações?! Sendo que nestas a gente pense no auto-controle?!
Eu respondo a vocês, como uma pessoa clara, que a culpa disso tudo, que geralmente a gente põe no amor depositado nas outras pessoas, é culpa de nós mesmos, que não nos amamos o suficiente para aceitar a perda do outro e blá blá!
Depois de meses fugindo da minha verdade, talvez da verdade do SER, que é amar.
A certeza do precipício, é o medo de sofrer, do estar, do sentir, que hoje é morto, assim como o meu amor foi um dia!
Felipe Sousa Cerqueira.
- Esse texto é único e original?
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