A SÓS! Em fim, sós. Estavam num lago, não muito longe da casa, sentados na beira dum cáis, com os pés na água, nosso amigo olhava para baixo, a sinhá olhava fixo para ele, quando nosso herói levantava a cabeça, se deparava com um par de olhos que, tingidos de preto, o fazia cair dentro de si mesmo. Os olhos, ah! Os olhos:
-"São cais noturnos cheios de adeus".
Até que aquele pensamento combinou com o momento. Num instante qualquer exitou em beijar a sinhá, tudo era mágico e perturbador ao mesmo tempo, como a paixão, a explosiva paixão, só foi um exito mesmo. Coragem lhe faltava, a moça era misteriosa, vestia um vestido vermelho, como o sangue que fervia nas veias do nosso amigo, estava tudo perfeito para um primeiro beijo, a noite, os olhos, o vestido, VERMELHO!
-"São cais noturnos cheios de adeus".
Até que aquele pensamento combinou com o momento. Num instante qualquer exitou em beijar a sinhá, tudo era mágico e perturbador ao mesmo tempo, como a paixão, a explosiva paixão, só foi um exito mesmo. Coragem lhe faltava, a moça era misteriosa, vestia um vestido vermelho, como o sangue que fervia nas veias do nosso amigo, estava tudo perfeito para um primeiro beijo, a noite, os olhos, o vestido, VERMELHO!
Felipe Sousa Cerqueira.
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