"A maçã". Sabe, o propósito da música do nosso Raul Seixas foi outro menos absurdo do que esse aqui:
-Tive um devaneio agora pouco, conversei(com quem?), parei, e refleti, e então veio: Maçã! É isso, o que me faltava era escrever, a maçã.
Que não seja uma dessas personagens que só me trazem problemas.
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Maçã.
Um dia eu vou te dizer o que eu sinto, quando eu sentir, e quando esse dia chegar, você será dois tipos de mulher, duas bandas da maçã, uma que está satisfeita com o que fez, involuntariamente. Transformou água em vinho, o descrente em crente, o cego em vigia, o homem em animal. Enfim, o crespo em puro. Falemos do outro lado! O lado cego, o lado que regeita, a mulher! Aliás, aquelas que sempre dizem as mesmas coisas, sobre a falta de reciprocidade pelos sentimentos alheios.
Por um lado, isso tudo, se acontecer, será bom, não analizemos as mulheres com seus defeitos, ou qualidades individuais, analizemos elas por serem, por si só, um todo.
Uma maçã.
Felipe Sousa Cerqueira.
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