Há um homem.
-Shh!
Não, um menino, por traz de uma máquina.
-Shh!
Não, droga, é um homem mesmo, aliás, uma máquina robusta, anti-sentimento.
-Shh! Você é insensível!
Que garoto tolo esse homem-máquina-robusta, não consegue escrever nada com sentido, se não haver uma musa inspiradora.
-Shh! Agora você é um galinha.
Merda!
Do inicio então.
Te amo meu amor!
-Shh! Assim você vai assusta-la. Tente ser você!
Não dá!
-!
Talvez o mundo seja uma grande exclamação, com todas as discursões, políticas ou não, ambientais ou não(tá na moda). E o "cale-se!"? Onde foi parar?
-Shh! Tá por aí usando uma roupa colorida animando as pessoas, seu bobo.
É, isso! Aham! Talvez em tudo que eu olhe tenha a minha ignorancia poética, para ser analizado como uma exclamação!
-Shh! Agora você está sendo confuso, tá bêbado?
Dessa vez não!
Não me faça fugir do assunto. Aliás, que assunto? Hoje eu tenho uma musa? Ahh! Tenho sim! Aquela, a qual chamei fruta madura!
-Shh! Não se entregue.
Tudo isso foi uma tentativa de escrever um texto? Só para agradar? Meu Deus! Talvez o mundo não seja mais uma exclamação, talvez seja um grande...
-Shh!...
Felipe Sousa Cerqueira.
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