A noite é uma dádiva, um periodo onde acontecem os rituais mais sagrados, as coisas mais sagradas, e até impossíveis. Mas hoje falamos só do impossível. É assim que começa essa chave(não chamo de texto), que abriu minha cabeça e tirou de lá a esperança, trouxe-a para respirar, quarar. Terminemos esse blá-blá e vamos direto ao assunto.
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Naquela noite, comecei como todas as noites, sem muita esperança de que terminasse bem. Anteriormente tudo estava muito normal, a rotina, o contentamento com o pouco, mas, como diz aquela frase clichê: "Há sempre uma luz no fim do túnel". E nunca iria imaginar que essa luz viria de uma lanterna quase que apagada.
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Lá estava ela, metida em si, mas não metida como todos os metidos ficam, mesquinhos e falsos, mas de uma maneira que o mistério se torna charme. Aquele charme me doía desde que nos conhecemos, "mas ja tive a minha chance! esqueça!", pensei. Depois de uma queda pelo passado, tive uma reação inesperada, chamei-a para dançar. E dancei. Fui até timido quanto aos meus sentimentos. Há um pior que me ajudou.
Me abri, disse o que tinha pra dizer, que estava engasgado, dançando, havia orgulho ainda, e cautela, vivi dizendo: "o amor não existe". E! Ali estava o cético, sendo surpreendido pelo impulso dominante que foi, vendo aquela mulher, tentar de novo.
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Quem fui? Em que acredito? Me pergunto isso hoje, por que a dias atras fingia ser feliz para agradar os meus amigos, e funcionava, hoje posso passar uma felicidade, sincera e barata, por que sei, ela existe! E a felicidade tambem! Só de existir! Fico pensando, aqui metido, daquele geito misterioso, so assim ela me faz e me fez feliz. O 'nunca' pode ser uma palavra ilógica, se a desejarmos, mas eu posso dizer convicto, que NUNCA tinha me acontecido, por mais amores, e por mais mulheres, NUNCA estive satisfeito em imaginar alguém perfeito, e esse alguém realmente ser real, só de imaginar. O pior, existiu uma reciprocidade ainda mais inacreditável, que me deixava cada vez mais boquiaberto, e menos cético. Mudei: "Talvez o amor exista". Ou então aquilo tudo foi capricho do destino. Tenho uma estranha certeza de que não foi.
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Estava-mos ali, de algum modo, juntos. Íntimos e ao mesmo tempo, tímidos. Íntimos em conversas absurdas sobre o esclarecimento do presente, em relação a nossa "amadurescência".
Tímidos pelos carinhos indiretos, apertos de mão durante a dança, uma 'tara' tão infantil que me trouxe uma Felicidade inacreditável(estranho também). E fui inocente, ali, com ela me afagando, me tendo de uma maneira, não pude resistir. Tudo se esclareceu. A luz clichê do fim do túnel.
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Aproveitem as noites! Sagradas noites!
Felipe Sousa Cerqueira.
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Naquela noite, comecei como todas as noites, sem muita esperança de que terminasse bem. Anteriormente tudo estava muito normal, a rotina, o contentamento com o pouco, mas, como diz aquela frase clichê: "Há sempre uma luz no fim do túnel". E nunca iria imaginar que essa luz viria de uma lanterna quase que apagada.
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Lá estava ela, metida em si, mas não metida como todos os metidos ficam, mesquinhos e falsos, mas de uma maneira que o mistério se torna charme. Aquele charme me doía desde que nos conhecemos, "mas ja tive a minha chance! esqueça!", pensei. Depois de uma queda pelo passado, tive uma reação inesperada, chamei-a para dançar. E dancei. Fui até timido quanto aos meus sentimentos. Há um pior que me ajudou.
Me abri, disse o que tinha pra dizer, que estava engasgado, dançando, havia orgulho ainda, e cautela, vivi dizendo: "o amor não existe". E! Ali estava o cético, sendo surpreendido pelo impulso dominante que foi, vendo aquela mulher, tentar de novo.
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Quem fui? Em que acredito? Me pergunto isso hoje, por que a dias atras fingia ser feliz para agradar os meus amigos, e funcionava, hoje posso passar uma felicidade, sincera e barata, por que sei, ela existe! E a felicidade tambem! Só de existir! Fico pensando, aqui metido, daquele geito misterioso, so assim ela me faz e me fez feliz. O 'nunca' pode ser uma palavra ilógica, se a desejarmos, mas eu posso dizer convicto, que NUNCA tinha me acontecido, por mais amores, e por mais mulheres, NUNCA estive satisfeito em imaginar alguém perfeito, e esse alguém realmente ser real, só de imaginar. O pior, existiu uma reciprocidade ainda mais inacreditável, que me deixava cada vez mais boquiaberto, e menos cético. Mudei: "Talvez o amor exista". Ou então aquilo tudo foi capricho do destino. Tenho uma estranha certeza de que não foi.
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Estava-mos ali, de algum modo, juntos. Íntimos e ao mesmo tempo, tímidos. Íntimos em conversas absurdas sobre o esclarecimento do presente, em relação a nossa "amadurescência".
Tímidos pelos carinhos indiretos, apertos de mão durante a dança, uma 'tara' tão infantil que me trouxe uma Felicidade inacreditável(estranho também). E fui inocente, ali, com ela me afagando, me tendo de uma maneira, não pude resistir. Tudo se esclareceu. A luz clichê do fim do túnel.
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Aproveitem as noites! Sagradas noites!
Felipe Sousa Cerqueira.
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