sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Anjo!

Lhe venero como a um anjo, sem medo de suplicar,
só trago em mim, a timidez, do medo de errar.
Fui errante, mas tenho que te trazer para mim,
a minha súplica, se transforma no desejo do sim.

Aos seus olhos anjelicais, que luzem os meus dias de observações,
cruzo-os com os meus, num ato meticuloso.
Sou teu no seu olhar, anjo de alva cor,
eu te suplico a luzir o meu dia com fervor.

Felipe Sousa Cerqueira.

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