Queria ser um aviãozinho de papel,
vagar por esses ares como um sonhador.
Trazer para você todo o azul do céu,
me desdobrar em suas mãos com coisas de amor.
Levar até ai, cada passo que foi meu,
ser de estrela à soldadinho de chumbo.
Lavar as tuas mãos, me perder em cabelos teus,
brincar de ciranda e girar meu mundo.
Queria, levar-lhe toda alegria.
Ser, no mundo, o teu guia.
Cantar canções dos que ja se foram.
Matar, na minha pele, seus pensamentos que voam.
Ser, perfeição, até que eu grite.
Mas, eu nem sei se você existe.
Felipe Sousa Cerqueira.
Nenhum comentário:
Postar um comentário